O cargo de gerente de e-commerce foi criado para atender demandas específicas do canal Internet e as empresas estão sedentas em busca dos gerentes de e-commerce, mas esses profissionais ainda representam uma pequena fatia no mercado. Para os que se encaixam nos requisitos do cargo, ou para quem deseja se especializar na área, emprego não vai faltar. Conforme pesquisa realizada pelo PROFUTURO (Programa de Estudos do Futuro) a profissão de gerente de e-commerce esta em terceiro lugar entre as seis carreiras mais promissoras e que se consolidarão nos próximos 10 anos.
O mercado eletrônico em função do grande crescimento (em média 40% ao ano) esta bastante aquecido e ainda muito carente de profissionais que agreguem bagagem e as competências necessárias para assumirem essa função. E há uma grande demanda, pois cada vez mais empresas querem vender seus produtos pela internet e mesmo quem já vende, quer aumentar a sua participação.
Entre os motivos pelos quais se faz necessária a contratação do recém-surgido gerente de e-commerce destacam-se as seguintes necessidades:
1-O lojista que não é da área, montou a loja , mas esta sem tempo para administrá-la. Afinal a loja esta ali, mas precisa de alguém que saiba o que fazer para obter resultados esperados pelo empreendedor virtual.
2-A loja precisa ser atualizada com freqüência: cadastramento de novas categorias novos produtos e ofertas, atualização dos banners promocionais, etc.
3- O lojista deseja profissionalizar seu negócio digital e necessita alguém para gerenciar campanhas de webmarketing, publicidade e comunicação digital.
4- O lojista montou a loja , mas esta prestes a desistir. Não vende nada e não sabe o que fazer.
Sendo assim o gerente de e-commerce torna-se figura essencial para o desenvolvimento do negócio eletrônico que se faz através da loja virtual.
O gerente de e-commerce deve ter experiência para planejar e executar um projeto desde a escolha da plataforma, da integração com sistemas de retaguarda, estoque, parceiros logísticos, políticas de troca, gestão comercial e gestão de marketing e publicidade on-line.
Conhecer varejo, os produtos vendidos na loja virtual, a psicologia de venda, navegação, webdesign , logística, finanças, atendimento aos clientes e tecnologia entre outros, fazem parte da visão multidisciplinar (entender de tudo um pouco) e dos conhecimentos exigidos para que o gestor de e-commerce consiga transitar habilmente entre esses diferentes universos.
A melhor definição para um bom gerente de lojas de e-commerce é a de que ele deva ter os pés em tecnologia, ame a mídia digital e adore colocar a mão na massa. Poderia ser comparado com um pato que pode correr, nadar e voar, mas deve fazer tudo muito bem feito,pois cuidar dessa área é fundamental para o sucesso do negócio digital.
A demanda progressiva do mercado eletrônico pelo gerente de e-commerce
15 de abril de 2011
FastCompras faz palestra na UFRGS sobre empreendimentos no mercado eletrônico
31 de março de 2011
Tags: ecommerce, FastCompras, palestra, ufrgs
Na ultima sexta-feira, 25 de março de 2011, no Campus do Vale, da UFRGS, o diretor de tecnologia da FastCompras, Leandro Peres, ministrou uma palestra aos alunos do curso de graduação em Ciências de Computação e do curso de Engenharia da Computação, sobre estudo de caso de empresas e empresários do setor de informática.
A palestra contou com a participação de mais de 50 alunos dos cursos de graduação em informática que, brevemente, deverão ocupar importantes posições no mercado profissional. Os alunos obtiveram informações sobre as decisões, os acertos e erros que os esperam ao longo da carreira profissional escolhida.
O palestrante, com o objetivo de descortinar diferentes cenários e fornecer aos alunos condições de estabelecer reflexões em torno de questões relacionadas ao Cha do Empreendedor: Conhecimento, Habilidades e Atitudes, falou sobre o “case” da empresa FastCompras – como e por que ela foi criada, como evoluiu, área de atuação, práticas comerciais, etc.
Leandro Peres enfatizou sobre o impacto do empreendedorismo nas carreiras profissionais de empregados e empresários e das expectativas e oportunidades atuais e futuras do mercado.
O convite para a palestra partiu do professor Newton Braga Rosa, titular da disciplina de Empreendimento em Informática, do Departamento de Informática Aplicada, órgão do Instituto de Informática da UFRGS.
E-commerce: Aumento de vendas e reclamações alertam Código de Defesa do Consumidor
28 de março de 2011
Tags: codigo de defesa do consumidor, ecommerce
As vendas de bens de consumo por meio da internet cresceram 40% em 2010, foram negociados R$ 14,8 bilhões de reais. Os produtos mais vendidos foram os eletrodomésticos, com 14% de participação, livros, assinaturas de revistas e jornais com 12%, saúde, beleza e medicamentos com 12%, informática com 11%, e eletrônicos com 7%. A pesquisa apontou também que consumidores de baixa renda (famílias com renda declarada de até R$ 3 mil) respondem por 50% do mercado.
Com relação à confiança dos consumidores no comércio eletrônico os dados do e-bit apontam aprovação de 86,62% no ano passado, acima do patamar de excelência de 85%. Aumentaram as vendas e a aprovação dos clientes web, mas apesar do crescimento nas vendas que algumas pesquisas revelam, existe também uma queda da credibilidade no comércio eletrônico. Apesar da praticidade de comprar sem sair de casa e das promoções exclusivas para clientes online, alguns e- consumidores acreditam que o e-commerce não tem as mesmas garantias do comércio tradicional.
Grandes lojas virtuais foram responsáveis por um grande numero de reclamações por parte dos e-consumidores. Das 22.00 reclamações feitas contra compras on-line, 30% foram contra a não entrega ou demora na entrega do produto, produto entregue diferente do pedido e não fornecimento do serviço.
Já no ranking referente a má qualidade da prestação de serviços pela internet, as empresas de ecommerce mais reclamadas são: Americanas.com, Submarino, Shoptime, Comprafacil, Pontofrio.com, Walmart, Saraiva, Siciliano entre outros, respondendo por quase 49% de todas as reclamações recebidas.
FastCompras inova aplicando estratégias de Cross-Channel
28 de fevereiro de 2011
Tags: cross-channel, ecommerce, fast compras
Você já se imaginou entrando em um shopping center onde o cliente pode encontrar tudo o que precisa, mas cada loja é visitada por motivações diferentes e fazem a venda através da aplicação estratégica de diversas opções de canais de venda disponíveis hoje aos consumidores?
Em algumas lojas seriam vendidos produtos que foram buscados e encontrados no Google ou em sites de comparação de preços, em outras lojas os consumidores comprariam por indicações de amigos das redes sociais e em outras através de ofertas e promoções que receberam em sua caixa de e-mails. Em outra loja o cliente poderá ganhar cupons de desconto direto ao se cadastrar no site da empresa. Na loja existem cartazes promocionais onde encontram um QR-Code impresso. O cliente ao fazer, a leitura do QR-CODE com a câmera de seu celular é dirigido diretamente para uma página do site onde faz o seu cadastro e ali recebe o desconto direto para comprar de imediato qualquer produto na loja.
Já existem lojas onde há exemplos de aplicação de marketing avançado no ponto de venda, como é o caso da Nike do Brasil que disponibiliza em suas lojas, nos maiores shopping centers do país, um quiosque com vários computadores e um website que disponibiliza um sistema desenvolvido pela FastCompras, que oferece ao cliente a possiblidade de personalizar totalmente seu tênis que será pago e entregue diretamente no caixa da loja.
As formas de pagamentos que o e-commerce oferece atualmente aos consumidores da Internet vão desde cartões de crédito, boletos e transferência bancária pela Internet, como o pagamento pelos modernos telefones celulares smartphones 3G, os modernos “Tablets”, através de chats de atendimento on-line, sistemas de tele-vendas ou com cupons ou bônus de desconto obtidos em lojas virtuais ou em sites de compra coletiva.
Essas estratégias são conhecidas atualmente como marketing multicanal ou de vendas através de Cross-Channel que significa utilizar de forma estratégica as ferramentas de comunicação conforme interesses e necessidades do seu público- alvo para potencializar as vendas tanto em lojas físicas como em sites de e-commerce. O Cross-Channel acontece quando a empresa consegue integrar os processos de forma que toda a operação seja unificada internamente e oferecida mediante vários canais.
Vantagens competitivas para o comércio eletrônico
9 de janeiro de 2011
Tags: comércio eletrônico, ecommerce, logística
O mercado eletrônico é cada vez mais competitivo, os concorrentes, outrora internacionais, que vinham com suas lojas virtuais de vários lugares do mundo, com mais tecnologia, qualidade e bons preços, agora podem estar bem ao seu lado, compartilhando as mesmas dificuldades e buscando incessantemente os mesmos objetivos. Portanto qualquer fator que gere vantagem competitiva tornou-se fundamental e definitivo para a prosperidade ou mesmo para a sobrevivência dos negócios virtuais.
E-COMMERCE
O e-commerce, a exemplo das empresas multinacionais que efetuam transações eletrônicas de forma mais competitiva, justa e barata, trouxe para o cenário nacional uma realidade impar, agregando uma nova forma de comercializar produtos em todo o território nacional e ainda concorrer na comercialização de produtos a nível mundial tanto entre empresas e consumidores (B2C, C2C, M-Commerce) como entre as próprias empresas (B2B e E-Procurement), além das modernas técnicas de T-Commerce (television commerce) e os modernos SNO (social network optimization), mais conhecidos como redes sociais e que hoje contabilizam no Brasil mais de 30 milhões de potenciais consumidores.
As organizações que optam por entrar no e-commerce, devem ter um mínimo de capacidade de resposta para os exigentes e-consumidores, incluindo tempo de entrega, disponibilidade de produtos e preço, pois esse tipo de canal de negócios oferece aos consumidores algo fundamental na área de serviços com um valor agregado que modifica também a forma de planejamento deste novo tipo de comércio.
Muitos são os fatores que influenciam no sucesso de uma operação de e-commerce, desde a escolha da plataforma para a implantação da loja virtual e dos sistemas operacionais integrados, como as lojas virtuais mais simples e de baixo custo, até as lojas virtuais mais completas (loja virtual personalizada) que incluem sistemas sofisticados de segurança, análise de crédito, formas de pagamento (cartões de crédito, bancos, gateways de pagamento) e uma série de funcionalidades, que podem ser desenvolvidas conforme o progresso das transações on-line e das estratégias oferecidas pelas agencias de e-commerce, que através de suas consultorias especializadas estabelecem diferenciais estratégicos que evoluem conforme o tipo de negócio de cada cliente.



