Crescimento da internet brasileira não impedirá queda do faturamento do comércio eletrônico no Natal de 2011.

1 de dezembro de 2011

0 Comentários

O número total de usuários ativos de internet (pessoas com acesso em casa ou no local de trabalho) cresceu de 41,7 milhões no final do ano passado para 61,2 milhões em outubro deste ano, de acordo com levantamento do Ibope Nielsen Online.
O total de brasileiros com acesso em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais) atingiu 78,5 milhões de pessoas no terceiro trimestre de 2011. Esse número representa um crescimento de 6% sobre o terceiro trimestre de 2010 e de 18% sobre o terceiro trimestre de 2009.
Os sites de comércio eletrônico chegaram a 32,3 milhões de usuários únicos em outubro de 2011, sendo que, as lojas virtuais de varejo atingiram 27,5 milhões de consumidores, ou 58,8% do total de usuários ativos na internet.
O segmento de calçados, roupas e acessórios de moda foi um dos principais responsáveis pelo aumento da navegação no comércio eletrônico com 10,5 milhões de acessos.
As dez maiores lojas virtuais de calçados também estão entre as que mais anunciam na internet, segundo o serviço de monitoramento de publicidade on-line AdRelevance, do Ibope Nielsen Online.
Dos dez maiores anunciantes em quantidade de banners veiculados em outubro, três eram varejistas do segmento de calçados. Juntos, os três foram responsáveis pela publicação de mais de 1.300 banners publicitários na internet.

Previsão pessimista

No entanto, com todo esse crescimento, o e-commerce no país deve registrar uma considerável desaceleração no Natal deste ano com relação ao ano passado. A expectativa é que as vendas do varejo pela internet apresentem uma pequena expansão de 20% no período das festas de fim de ano, contra um crescimento real de 40% apurados no Natal de 2010.
Segundo dados do e-bit, a empresa que faz o monitoramento das lojas de comércio eletrônico no país, as transações de e-commerce movimentarão somente R$ 2,6 milhões de reais em dezembro de 2011.
Os motivos apontados pelo e-bit para tal desaceleração são: o menor crescimento econômico do país em 2011, a queda no poder aquisitivo da população brasileira, a crise internacional que vem afetando a economia e também a falta de motivação do consumidor para a aquisição de produtos de maior valor agregado, com parcelamento de longo prazo.
A greve dos Correios também é apontada como fator de queda no faturamento das lojas virtuais no Natal de 2011, pois teve um impacto negativo em função do atraso nas entregas das compras feitas nas lojas de comércio eletrônico em 2010.
A consultoria avalia, porém, que as empresas estarão mais preparadas para o período de Natal em 2011 , aumentando a confiança e transmitindo maior segurança ao consumidor do que no ano passado quando os grandes magazines de e-commerce da Internet sofreram milhares de denuncias nos Procons e ainda foram condenadas pela justiça a pagar indenizações aos clientes que não receberam os produtos adquiridos pela internet.
De acordo com estimas da e-bit, o número de pedidos deverá ser 25% menor em comparação com o Natal de 2010, mas o tíquete médio deverá se manter em torno de R$ 350.

Compartilhar

BOUTIQUE ONLINE JORGE BISCHOFF

30 de novembro de 2011

0 Comentários

bolsas, calçado e acessórios, loja vitual
A Jorge Bischoff, grife de sapatos, bolsas e acessórios de alto padrão, acaba de inaugurar seu canal de vendas online. A nova loja virtual soma-se as demais 29 lojas físicas da marca, instaladas nos principais endereços de moda e 800 pontos de vendas multimarcas no Brasil e outros 30 países. A grife atende consumidores exigentes, que buscam produtos diferenciados, com estilo, qualidade e design.
bolsas, sapatos, acessórios

Trabalhando com o conceito de personalização e inovação a ferramenta escolhida para o desenvolvimento da Boutique Online Jorge Bischoff foi FastStore Custom, uma plataforma de comércio eletrônico, que possui a vantagem de ser totalmente customizável à necessidade específica do cliente. A apresentação do site foi desenvolvida pela agência 3YZ, com estratégias e criação da equipe interna de marketing e comunicação da Jorge Bischoff.
bolsas, sapatos, acessórios

Confira em: www.jorgebischoff.com.br/lojavirtual

Compartilhar

Casavitra lança sua loja virtual com inédita parceria entre FastCompras e Icub

8 de novembro de 2011

Tags: , ,

0 Comentários

A FastCompras – agência de e-commerce – desenvolveu, em parceria com a agência gaúcha ICub, o novo e-commerce da marca de cooktops e utensílios domésticos, Casavitra.

A Casavitra, empresa do Grupo Tecnovidro, é especializada no uso do vidro para criar ambientes mais requintados e únicos, e busca no e-commerce mais um canal de venda e comunicação com seus clientes. A plataforma escolhida para tanto é a FastStore Custom, uma moderna e personalizada solução de loja virtual, desenvolvida pela FastCompras e feita sob medida para cada projeto e cliente. O planejamento, o desenvolvimento da arquitetura de informação e o desenho das interfaces foram feitos pela ICub.

“Quando a Casavitra decidiu abrir sua loja virtual, entrou em contato com a agência que desenvolve todos os sites da nossa empresa e, por meio de indicações, optamos pela FastCompras como parceiro, pois já realiza e trabalha com ferramentas de e-commerce. Desde o inicio do trabalho, afinamos as ideias e conseguimos deixar a loja do nosso jeito.” – diz Marlon Maioli, Analista de Vendas da Casavitra.

Acesse www.casavitra.com.br/loja e confira os lindos produtos da Casavitra. Aproveite o parcelamento em até 12X sem juros, e dê esse presente para sua casa!

Agradecendo a oportunidade de ajudar no desenvolvimento do projeto, a FastCompras – agência de e-commerce – deseja sucesso e ótimas vendas à CasaVitra.

Sua empresa precisa vender pela Internet? Quer melhorar sua loja virtual? Fale com a FastCompras!

Compartilhar

Dia dos Pais bate recorde de vendas de bens de consumo na Internet.

22 de agosto de 2011

Tags: , , ,

0 Comentários

As vendas de bens de consumo por meio do e-commerce na internet no Dia dos Pais neste ano cresceram 25% em relação a 2010, para R$ 675 milhões, cifra 8% superior aos R$ 625 milhões previstos inicialmente pela empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Segundo a consultoria, esse número comprova que o varejo on-line cresceu mais do que as lojas de shoppings centers. De acordo com a Associação Brasileira de Lojistas em Shopping (Alshop), as vendas nesses estabelecimentos tiveram um crescimento de 8% em relação ao último ano.
No total, foram feitos aproximadamente 2 mil pedidos pela internet entre 31 de julho e 13 de agosto, sendo que o tíquete médio de gastos foi de R$ 340. De acordo com o diretor de marketing e produtos da e-bit, Alexandre Umberti, a data sazonal foi de extrema importância para o setor. “Acreditamos que mesmo com a diminuição do crédito e a desconfiança econômica que estamos enfrentando, as pessoas escolheram a internet para fazerem suas compras nesse Dia dos Pais. Com certeza esse grande fluxo de vendas contribuiu para que nossa estimativa inicial para a data fosse superada”, afirma o executivo.
Uma característica da data foi a preferência dos filhos em presentearem seus pais com produtos de cuidados pessoais e perfumes. A categoria Saúde, Beleza e Medicamentos, que engloba esses produtos ficou na segunda colocação no ranking de mais vendidas para o Dia dos Pais. As outras categorias ficaram colocadas na seguinte maneira: Eletrodomésticos (1º), Informática (3º), Livros, Assinaturas de Jornais e Revistas (4º) e Telefonia/Celulares (5º). O índice de satisfação também foi destaque para a data: 87% dos consumidores que compraram seus presentes de Dia dos Pais via web se disseram satisfeitos com os serviços das lojas virtuais

Compartilhar

Aumenta o número de e-consumidores da classe C no Brasil

4 de agosto de 2011

0 Comentários

O crescimento da participação dos e-consumidores da classe C no mercado eletrônico brasileiro já se aproxima de quase metade do público que compra pela Internet.
No fim do primeiro trimestre deste ano, 46,5% dos consumidores que realizaram compras em lojas virtuais e sites de compra coletiva possuíam renda familiar igual ou inferior a R$ 3 mil, segundo dados da e-bit.
Esse dado mostra que dos atuais cerca de 10,7 milhões de e-consumidores, 5 milhões são da classe C.
Segundo a consultoria, nos últimos anos, a entrada desse público no comércio eletrônico aumentou de forma significativa, comprovando que o consumidor da classe C está conectado e fazendo suas compras via web.
Em 2009, era 44,6% a participação de pessoas da classe C no segmento de e-commerce, parcela que registrou aumento de dois pontos percentuais até o fim de junho deste ano.
O crescimento das vendas pela Internet deve continuar em evidência para os próximos anos, pois esse consumidor chega ao novo canal já adquirindo produtos de alto valor agregado como eletrodomésticos, eletrônicos e, pricipalmente artigos de informática que faz com que haja um crescimento expressivo no numero de internautas que já se aproxima de 70 milhões no país.
O grande índice de participação do público de baixa renda no e-commerce é resultante do aumento da renda das classes sociais menos favorecidas e também do processo de inclusão digital adotado pelo governo brasileiro que oferece subsídios à industria de informática.

Compartilhar