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Atendimento no e-commerce

23 de fevereiro de 2012

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Atenda bem seus clientes e eles irão ficar com você.

Preços competitivos, comodidade e segurança  são  os maiores atrativos do e-commerce, mas um  fator muito importante e válido é a dedicação expressada ao cliente da sua loja virtual  e sua política de atendimento para as vendas on-line. O tratamento diferenciado, pode ter bons resultados e garantir confiança dos e-consumidores. E justamente nesse quesito muitas empresas comentem erros.

O consumidor que busca na internet algum produto espera por respostas rápidas e eficientes, por meio de vários canais. O chat é a alternativa de atendimento instantâneo, simplesmente por que além de ser satisfatório para quem procura soluções em suas duvidas, estimula a compra por manter o cliente navegando entre os produtos. As redes sociais são outra porta para os consumidores tirarem duvidas, sugestões e criticas. Por isso deve existir gerenciamento de todos canais onde a marca possa estar inserida. Qualquer impressão negativa no e-commerce pode se espalhar em minutos. O atendimento eficiente e carismático é a linguagem mais clara e objetiva com esses consumidores, as empresas que não estiverem com o olhar voltado para o que o mercado consumidor pensa dela, podem correr riscos e por a reputação da empresa em risco.
Pós-venda
O pós-venda é outra área específica do atendimento que acaba negligenciada e que algumas vezes é interpretada equivocamente. Dar atenção ao cliente após a realização da venda é mais do que ouvir reclamações, e prestar apoio e o suporte necessário, prestando informações sobre o produto e deixando clara a política de troca e devoluções da empresa.
Qualquer e-consumidor pode se arrepender da compra por até sete dias, após o recebimento do produto. Para tanto, ele não precisa se justificar e a loja virtual que estiver disponível a atender bem até em situações contrárias ao interesse de vender continuará na lembrança ‘afetiva’ do cliente. O que é muito importante, se levarmos em consideração que manter a mesma base de consumidores fica mais barato e dá mais retorno do que sair em uma busca desenfreada e constante de compradores ocasionais.
De atenção ao seu cliente e ele ficará satisfeito.

Planeje seu e-commerce e tenha bons resultados.

7 de fevereiro de 2012

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Nos últimos anos o termo “e-commerce” cresceu em grande escala, acompanhando este crescimento inúmeros mercados tem surgido podendo oferecer seus serviços e/ou produtos na rede mundial.
Para que o sucesso da loja virtual se torne possível o planejamento é um principio que deve ser praticado e aplicado, é fundamental o desenvolvimento de uma plataforma técnica, objetiva e pautada na realidade organizacional. Um erro cometido com frequência é a falta de gerenciamento de estoque, logística e pós venda que muitos deixam para resolver depois, visando somente a venda propriamente dita.
Para o fundador do Reclame Aqui, Maurício Vargas, um dos grandes problemas do e-commerce brasileiro é a má gestão de pós-venda, focados apenas na venda e deixando a verba para pós-venda em segundo plano.
Quando associamos estrutura de venda/pós-venda e atendimento efetivo encontramos  o segredo de um e-commerce bem planejado. Organizando a simetria entre setores, fica mais fácil de atingir de prospecção de clientes para que se tornem vendedores indiretos dos produtos e/ou serviços oferecidos pela organização.
No ano de 2011 estima-se que o setor tenha crescimento de 29% e 30% sobre 2010. Maurício Vargas acredita que estes resultados são um reflexo dos consumidores “ acanhados” (o crescimento avaliado era de 40%). Sendo assim deixamos uma dica, um e-commerce planejado é essencial.

Conheça nossos cases e descubra um pouco mais sobre a FastCompras.

Dicas e sugestões para aumentar as vendas em sua loja virtual

19 de janeiro de 2012

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As lojas virtuais estão evoluindo, surgem a cada dia mais concorrentes no mercado online e os consumidores estão ficando mais exigentes. Com esse cenário os pequenos detalhes começam a fazer uma grande diferença na luta para aumentar as vendas e melhorar os resultados da sua loja virtual. Após vários estudos e análises, principalmente dos maiores players do mercado de e-commerce norte americano, relacionamos uma série de dicas práticas para você aumentar a taxa de conversão da sua loja virtual e, consequentemente, o seu retorno sobre o investimento (ROI). É importante frisar que de nada adianta aplicar as dicas na prática se você não puder mensurar os resultados dessa aplicação, portanto, é indispensável ter uma ferramenta como o Google Analytics devidamente instalada e configurada para que isso seja possível. Não utilizar uma ferramenta desse tipo é o mesmo que acelerar o carro com os olhos vendados.

1. Demonstre segurança e credibilidade: o certificado de segurança (SSL) é algo básico e a definição de políticas de privacidade e troca é essencial; o uso de selos que atestem a segurança da sua loja também é bem vindo a aumentam a percepção de segurança;
2. Disponibilize outros canais para contato: ter uma loja virtual não é sinônimo de não ter mais contato com os clientes, você deve disponibilizar outros canais de contato, como um número de telefone;
3. Sempre ofereça algo em troca: sempre que pedir algo do seu cliente, ofereça algo em troca; se quiser que ele deixe seu e-mail, não peça para assinar sua newsletter, mas dê um cupom de desconto para sua próxima compra; ofereça também alguma vantagem se ele se cadastrar por completo;
4. Prepare o ambiente: criar vitrines específicas para um mix de produto e público-alvo melhora a percepção de segurança do cliente; um exemplo de sucesso é a Netshoes que tem segmentações para torcedores de times de futebol, corredores, atletas, entre outros;
5. Aposte em banners bem produzidos: a tendência é diminuir a barra superior da loja e apostar em banners ocupando um maior espaço e mais bem produzidos; não economize na sua comunicação, pois em sua loja virtual os clientes compram imagem e não produto; um exemplo dessa tendência é a página inicial da loja www.victoriassecret.com;
6. O email é muito valioso: além de ter como meta fazer o cliente realizar uma compra, conseguir seu email é muito valioso para envio de campanhas e estratégias de remarketing posteriores;
7. Use boas ferramentas de email marketing: faça email marketing com freqüência e use boas ferramentas para o disparo e monitoramento onde consegue informações concretas de taxa de abertura, cliques, rejeição, entre outras informações que serão úteis para direcionar suas próximas campanhas;
8. Reenvie suas campanhas reescrevendo o assunto: poucos aplicam essa estratégia, mas tendo uma boa ferramenta de envio você pode fazer o reenvio da sua campanha entre 24 a 48 horas após o primeiro envio, somente para quem não abriu o email, reescrevendo o assunto; a pessoa que recebeu e não abriu vai entender como uma nova campanha já que o assunto estará ligeiramente modificado e você deverá ter as mesmas taxas de abertura do primeiro envio, dobrando seus resultados;
9. Produza um newsletter da forma correta: lembre-se que os programas de leitura de email bloqueiam as imagens, portanto, pense nisso antes de produzir sua newsletter; coloque informações importantes como texto e legenda nas imagens e, se quiser bons exemplos, cadastre-se na Amazon.com;
10. Faça teste multivariável em suas campanhas: faça criações diferentes para uma mesma campanha, envie proporcionalmente para sua base e veja onde tem os melhores resultados para aprimorar suas próximas campanhas;
11. Priorize as páginas com alta taxa de rejeição: monitore sua taxa de rejeição média e analise as páginas que estejam muito acima, pode ter certeza que tem algo errado nelas e você poderá reduzir essa taxa melhorando usabilidade e conteúdo;
12. Valorize seu produto: as fotos e a descrição dos produtos são os itens mais importantes na sua loja, pois é o que o cliente irá comprar, portanto, não economize na qualidade dessas informações; uma dica importante é você escolher alguns produtos principais e dar uma atenção maior, inclusive produzindo alguns vídeos;
13. Deixe os clientes avaliarem seus produtos: as avaliações dos produtos ajudam outros clientes na tomada de decisão e as avaliações negativas são tão importantes quanto às positivas; modere somente avaliações que não tenham informações relevantes para os clientes;
14. Use e abuse da recomendação: o canal digital permite utilizar alguns artifícios inteligentes que são difíceis no mundo físico, a recomendação de produtos direcionada pelo comportamento dos usuários é uma forma inteligente de aumentar o tíquete médio e a satisfação do cliente;
15. Seja claro e objetivo no carrinho: monitore as taxas de abandono em seu carrinho de compras e procure formas de melhorar a usabilidade e o conteúdo para minimizá-la; preocupe-se com a barra de rolagem para que alguns objetos, principalmente botões de call to action, sempre estejam visíveis;
16. Use as cores certas: botões de call to action, como “comprar” devem usar cores como laranja ou verde limão, que não podem ser usadas para outros elementos para não dispersar a atenção; uma loja que trabalha muito bem esse conceito é a Polishop.com.br; 17. Ajude seu cliente a encontrar o produto: encontre formas intuitivas e menos técnicas de navegação para facilitar os clientes a encontrarem o que procuram; criar uma forma de navegação “para presente” ou “por perfil” pode ser altamente efetiva, como a referência do menu de navegação da lojaonlinenokia.com.br;
18. Desempenho é resultado: sua plataforma deve ter uma alta performance e o conteúdo deve ser muito bem preparado para não interferir no tempo de carregamento das páginas; deve se ter uma preocupação especial com os banners e fotos e uma dica legal para diminuir o tamanho das fotos é usar o www.smushit.com; a Amazon.com aumenta em 1% seu faturamento a cada 100 milissegundos que reduz no tempo de carregamento das suas páginas;
19. A busca é o seu vendedor virtual: sua loja tem que ter uma ótima ferramenta de busca que entregue resultados relevantes com inteligência e ajude o cliente a encontrar o que está procurando, além de oferecer funcionalidades como “Você quis dizer?”; segundo Nielsen 43% dos usuários desiste após a 1ª tentativa de busca;
20. Monitore suas buscas: monitorando as palavras buscadas você pode incrementar seu mix de produtos de acordo com a procura e até apresentar resultados mais direcionados para as palavras mais buscadas através da criação de páginas especiais para isso;
21. Faça teste A/B: você deve testar desde as imagens utilizadas em seus banners, até as cores e os títulos dos botões; todos os detalhes são passíveis de um teste A/B, mas você deve realizá-los de forma estruturada para conseguir apurar os resultados com exatidão;
22. Segmente seus clientes: quanto maior for sua segmentação e melhor for sua comunicação direcionada para cada perfil, melhores serão seus resultados; encontre os perfis de cliente que tem as melhores taxas de conversão e invista mais neles;
23. Recupere suas vendas: um boleto não pago ou uma negativa de cartão/fraude não é lixo; se o cliente já chegou até esse ponto tente fazer algo para reverter a situação; existem ferramentas automáticas ou estratégias manuais para você tentar reverter esses pedidos em vendas;
24. Crie uma reputação: atenda bem e sempre seja o mais transparente possível; monitore as redes sociais, blogs e sites de reclamação, pois pior que um cliente insatisfeito é um cliente sem resposta;
25. Faça remarketing: você já teve um alto custo para impactar o visitante e não deve deixar de aproveitar as ferramentas de remarketing disponíveis para impactá-lo novamente a um custo menor e com uma maior efetividade;
Buscar a excelência no comércio eletrônico é um trabalho duro, mas, que deve ser o objetivo de todos os varejistas online. Algumas lojas nos EUA possuem taxas de conversão altíssimas que ultrapassam os 20%, como Woman Within com 25,3% e Blair.com com 20,4%. Aplicar essas dicas não é um trabalho fácil e você precisa direcionar sua estratégia para absorver essa responsabilidade de forma planejada, pois não adianta querer fazer tudo de uma vez. Mas, o mais importante é ser feliz! Seu cliente irá sempre notar.

Crescimento do e-commerce no Brasil

17 de janeiro de 2012

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Estima-se que no ano de 2015 o Brasil ocupe a quarta colocação no mercado mundial de e-commerce, atualmente se encontra em sétimo lugar entre os dez, com maior potencial de vendas pela web, atrás dos Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Esta projeção de crescimento é baseado nas crises mundiais, dos Estados Unidos e União Europeia.

A melhoria do desempenho do Brasil em e-commerce é uma estimativa do T-Index 2015, índice estatístico que indica a participação das vendas online de cada país no mercado mundial, associando a população na internet ao PIB estimado.
Segundo as estimativas T-Index 2015, os EUA que está na primeira colocação em vendas virtuais com participação de 24,4%, será desbancada nos próximos quatro anos pela China.
O mercado chinês é responsável por uma fatia de 11,5% do e-commerce mundial, em 2015 está fatia aumentará e eles serão responsáveis por 18,8% dos negócios na web, enquanto a fatia dos os EUA será reduzida para 16,8%.

Em suas previsões o T-Index 2015 aponta que o mercado brasileiro ocupará a quarta posição em quatro anos, com a queda dos EUA, Alemanha e Reino Unido. A Rússia deve subir da oitava para a sexta posição com uma variação de mais 27,5%. A França desce um lugar, com uma variação negativa de 2,9%.
O cálculo da projeção supõe uma tendência de crescimento linear do e-commerce para todos os países. Se a China mantiver a taxa de aumento que apresentou desde 2005 até 2009, pode superar os Estados Unidos em 2015.
No entanto, confrontando os dados de 2005 a 2009 com os dos últimos dois anos, a tendência da China parece sofrer uma leve queda que pode influenciar a projeção para 2015.

Devido esta projeção realizada, não há dúvidas que a solução para seu negócio está nas lojas online. E para que isso possa se concretizar, conte com a gente.

Possuímos a solução perfeita para o que você procura.

Natal 2011- Vendas do varejo pela internet crescem 20%

14 de janeiro de 2012

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Ao contrário do comércio tradicional, cujas vendas de Natal cresceram apenas 5,5% no país neste ano, e das expectativas pessimistas que antecederam as festas natalinas de 2011, as vendas do varejo pela internet registraram crescimento de 20%, segundo dados da e-bit.
O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 2,6 bilhões no período mais importante para o e-commerce do país, que vai do dia 15 de novembro a 24 de dezembro.
A empresa de monitoramento de comércio eletrônico aponta que o tíquete médio de compra nas lojas virtuais em todo o Brasil ficou em R$ 347 e o número de pedidos registrou expansão de 27% na comparação anual.
O relatório da e-bit observa que, após investirem quantias substanciais em logística, tecnologia, centros de distribuição e capacitação de profissionais, as empresas de e-commerce conseguiram reduzir a taxa de atraso nas entregas, que caiu  para 13% neste ano.
A categoria de produtos mais vendida foi “eletrodomésticos”.
Os produtos de informática ocuparam o terceiro lugar no ranking de vendas, enquanto a categoria de “eletrônicos” aparece na quinta posição.